Inflação interna da indústria de calcário tem recuo, mas segue alta

A inflação interna das indústrias de calcário no Estado de São Paulo apresentou recuo de 0,6 ponto percentual em fevereiro. O dado consta de estudo realizado pelo Sindical, enviado aos associados.

O acompanhamento aponta a inflação interna dos custos, investimentos e gastos gerais para a produção de uma tonelada de calcário, no período de um ano. Esse novo serviço ofertado aos associados ganha força em razão de grande parte dos segmentos produtivos estar de olho na questão dos custos.

Ao mesmo tempo, os números demonstram uma disparidade com a inflação registrada em parte do mercado. No período encerrado em janeiro desse ano, a indústria de calcário paulista teve uma inflação anual de 16,2%. O índice recuou para 15,6% em fevereiro.

A disparidade se dá quando comparado ao IGPM, que, nos dois primeiros meses do ano, atingiram, respectivamente, 25,7% e 28,9%.

Entre os itens que constam da planilha, chama a atenção o dado referente aos equipamentos usados na extração dos fragmentos de rocha. Os fragmentos, processados, geram o calcário, usado na correção de acidez do solo para fins agrícolas e de pecuária.

“Praticamente um terço da inflação no setor foi gerada, no início de ano, pela alta nos preços dos equipamentos para extração”, revela o diretor do Sindical, Euclides Francisco Jutkoski.

As variações no custo dos caminhões, pneus e na tarifa de energia elétrica também foram elevadas.

Detalhes sobre o estudo podem ser obtidos pelos associados junto ao Sindical.

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