Podcast: agronegócio paulista pode avançar mais usando calcário
O agronegócio do estado de São Paulo se consolida como um dos principais pontos de destaque da economia nacional. Entre janeiro e agosto desse ano, o agronegócio respondeu por 40,4% das exportações paulistas, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta).
O resultado já considera os efeitos das questões tarifárias envolvendo Brasil e Estados Unidos. Esse fortalecimento pode ser maior, caso as cadeias produtivas agrícola e pecuária no estado ampliem a prática da calagem, que é a correção da acidez do solo.
A avaliação é do presidente do Sindicato das Indústrias de Calcário e Derivados para Uso Agrícola do Estado de São Paulo, João Bellato Júnior.
A calagem envolve o uso de insumos, como o calcário. Em entrevista ao site do Sindical, Bellato reforça que a produção de carnes, por exemplo, pode ser ampliada recuperando pastagens degradadas.
O volume de carne exportado por São Paulo cresceu 27% de janeiro a agosto de 2025, ante igual período de 2024. A recuperação das áreas evita custos com abertura de novos espaços para os bois.
Bellato também preside a Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal). Segundo ele, a defasagem de consumo de calcário em São Paulo é similar à nacional, tema que será tratado no Enacal, o encontro nacional do setor – que acontecerá em outubro, no Rio Grande do Sul.
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