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Agrishow discutirá aplicação de corretivos no agro paulista

Agrishow 056Quando começar a 25ª edição da Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), no próximo dia 30 de abril, as cadeias produtivas dos setores sucroalcooleiro e citrícola estarão de olho em um desafio: ampliar a produtividade a partir de avanços tecnológicos.

Um deles será corrigir a acidez natural do solo brasileiro. Principais produtos da safra paulista, a cana e a laranja dependem de saltos na melhoria das condições da terra para que a evolução dos negócios ocorra sem impactar diretamente os custos.

Por isso, itens como sementes, defensivos e corretivos ganham espaço na pauta da feira, que ocorrerá até o dia 4 de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Veto à CFEM do calcário ameaça produtividade do agronegócio, dizem entidades

calcfemO Congresso Nacional deve analisar, em breve, o Veto 46/2017. O documento impede que a alíquota sobre o calcário agrícola, entre outros itens, seja reduzida. Com o veto, a agricultura brasileira sairá prejudicada, pois deixará de ter redução nos custos.

A avaliação é das entidades ligadas à indústria do calcário agrícola no Brasil. O produto se mostra necessário, já que corrige a acidez do solo – problema verificado em grande parte das áreas cultiváveis do país. A redução na alíquota representaria pouco impacto para os cofres do governo, visto que o calcário é um minério com baixo valor agregado.

A Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal) e os sindicatos estaduais da indústria do setor se movimentam para que o veto seja derrubado. A proposta é que a alíquota da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) caia dos atuais 2% para 0,2%, conforme aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado.

Liminar proíbe cobrança de taxa de licenciamento ambiental

DSC 0162A Justiça de São Paulo deferiu liminar pedida pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesp) barrando a taxa de licenciamento ambiental cobrada pela Cetesb. Entidades ligadas à federação, como o Sindical, haviam se manifestado contrárias ao decreto que regulamentou a cobrança.

A decisão judicial foi informada pela Fiesp essa semana. O mérito da questão ainda será analisado pela Justiça. Mas, até uma decisão final, empresas não precisarão mais pagar o valor.

Em janeiro desse ano, o presidente da Cetesb, Carlos Roberto dos Santos, esteve em encontro com dirigentes da Fiesp, em São Paulo. Também participaram dirigentes industriais, que manifestaram preocupação com o Decreto Estadual n. 62.973. Em vigor desde o ano passado, o decreto altera o licenciamento ambiental, no item das fórmulas de cálculo do preço das licenças, autorizações e pareceres técnicos da Cetesb.

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Cartilha - Metodologia Oficial de Análises de Corretivos de Acidez

Boletim Calcário 2017

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