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Brasil poderia triplicar consumo de calcário, diz especialista

Durante o 5º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, promovido em São Paulo pela Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda), a questão do calcário agrícola foi abordada.

O secretário-adjunto da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, Rubens Rizek; o secretário de Logística e Transporte de São Paulo, Duarte Nogueira; o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, e o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Reinaldo Cantarutti, participaram do evento.

No evento, Cantarutti apresentou um dado sobre a questão da acidez primária do solo no Brasil. Segundo ele, o país consome aproximadamente 33 milhões de toneladas de calcário por ano. Para a correção dessa acidez natural do solo brasileiro, o consumo deveria estar na casa dos 90 milhões.

Para João Bellato Júnior, quando aplicado corretamente, o calcário aumenta o poder do adubo. Presidente do Sindical e vice-presidente da Associação Nacional dos Produtores de Calcário (Abracal), Bellato avalia que os excelentes resultados da agricultura nacional foram atingidos, em parte, pelo uso do calcário – que corrige a acidez natural das terras brasileiras.

Em coletiva de imprensa, durante o congresso, a Anda anunciou que lançará, em setembro, uma plataforma digital que reunirá informações sobre os vários aspectos relativos ao setor de fertilizantes. Denominado Nutrientes para a Vida, o site, que já existe nos Estados Unidos, pretende ser uma fonte de informações para levar os conceitos corretos da indústria de fertilizantes, que levem em conta aspectos econômicos, sociais, tecnológicos e de sustentabilidade.

Leia aqui texto sobre o Congresso.

(Com informações da Assessoria de Imprensa da Anda)


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