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Consumo de calcário na agricultura paulista recua 10,5%

O consumo de calcário na agricultura paulista apresentou recuo de 10,5% nos cinco primeiros de 2015, na comparação com igual período do ano passado. O número foi apresentado pelo Sindicato da Indústria do Calcário Agrícola do Estado de São Paulo (Sindical).

O cenário difícil da economia nacional influencia o resultado, além de haver tendência de recuo no preço do produto. As empresas associadas ao Sindical apresentaram volume de negócios na faixa de 1,198 milhão de toneladas nos cinco primeiros meses do ano passado. Esse dado caiu para 1,072 milhão entre janeiro e maio de 2015.

A queda é maior quando comparados os volumes mensais em maio. No ano passado, foram 345 mil toneladas ante 279 mil esse ano, uma redução de aproximadamente 19%.

As conclusões apontam para uma produtividade no campo que poderia ser maior. Para o agricultor, o calcário é um insumo que ajuda também na planilha de custos, pois aumenta o poder do adubo – um dos insumos mais caros na produção rural.

A evolução das vendas, quando comparados abril e maio desse ano, não anima. A alta foi de 10%, diante das 253 mil toneladas aplicadas em abril.

Etanol

As indústrias paulistas dependem basicamente de dois segmentos agrícolas, o sucroalcooleiro e a citricultura. A esperança de dias melhores para a cana de açúcar, com maior consumo de etanol, contrasta com o cenário econômico.

“Esperávamos que de fato houvesse um acúmulo de retirada, mas não creio em recuperação. Tudo sinaliza que ficaremos próximos ao obtido no ano passado, porém com valores praticados menores que 2014”, disse o presidente do Sindical, João Bellato Júnior.

Também vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Calcário (Abracal), Bellato vê que o segmento sucroalcooleiro busca atuar com as forças já existentes. “As usinas ainda não estão promovendo reformas nos canaviais e tentando tirar dos já existentes o máximo possível”, disse.

Confirmado esse cenário, o calcário fica prejudicado em sua utilização. “A maior parte do consumo de calcário se dá quando da reforma dos canaviais”, conta Bellato. votado no Congresso Nacional, o novo código prevê a transformação do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM) em agência reguladora.


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